terça-feira, 13 de dezembro de 2011

0 História mais que linda !!!


A história mais perfeita que eu já li. Leia você tbm .... :

Vitor Hugo, ele era o amor platônico de Isabella. Uma garota alta, muito magra e nerd. Enquanto Vitor era alto, musculoso e tinha o cabelo perfeito. Ambos estudavam na mesma turma do 3º ano, mas ela nunca teve coragem de falar com ele. Todas as noites ela orava a Deus para Ele dar forças pra ela ir falar com ele, e fazer com que Vitor, de alguma forma, a notasse Mas ela dizia a si mesma que isso era impossível, pois ela era feia, não tinha roupas boas e todo mundo zoava ela.
Era dia 25 de novembro, final de ano e Vitor descobriu que tinha ficado de exame em matemática, que, por sinal era a melhor matéria de Isabella. Ele viu sua nota e sentou em sua cadeira, desanimado, e abaixou a cabeça. Isabella odiava vê-lo daquele jeito, pois ela se importava muito com ele. Ela sentiu Deus falando que ela tinha que fazer alguma coisa. Quando ninguém estava olhando, ela jogou um bilhete na bolsa dele escrito assim:
“não quero te ver assim, se quiser ajuda, é só me ligar 8845-1225, Isabella Matos.”
Chegando em casa, Vitor levou uma bronca de seu pai, seu pai dizia que ele era burro , um inútil que não seria nada na vida. Ele subiu correndo pro seu quarto, se jogou na cama. Fechou o olho e começou a chorar de raiva. Ele olhou pra cima e pediu a Deus um milagre.
Um pouco depois, ele acabou dormindo. Acordou ainda era 23:30, ele estava com uma expressão estranha no rosto, pois tinha acabado de sonhar com a Isabella, uma menina que ele nunca tinha notado, mas sempre esteve lá, na última carteira, da segunda fila. Ele achou isso muito estranho, mas resolveu ir no computador, e esquecer isso.
Entrou no msn, e pediu ajuda em matemática pra todos os seus contatos do msn, todos aqueles que se diziam seus amigos, mas parecia que todo mundo de repente virou as costas pra ele, quando ele realmente precisava.
Abriu sua mochila, e decidiu que ia estudar sozinho. Abriu o caderno, a primeira coisa que ele viu foi aquele bilhete, com a caligrafia mais linda do mundo. Ele ficou em choque por alguns segundos, não estava acreditando naquilo. Ficou muito feliz, pois sentiu que alguém realmente se importava com ele. Pegou o celular e discou o numero. Ela demorou um pouco e atendeu com a voz mais tímida que ele já tinha ouvido:
- …A-alô?
- Ah, oi, aqui é o Vitor Hugo – disse sorrindo- tudo bem?
Quando ela ouviu o nome Vitor Hugo, seu coração disparou e ela começou a ficar vermelha:
- Huun… Oi, Vitor… Que bom que ligo, tudo sim e você?
- Não muito… to precisando mesmo de ajuda, se eu não me formar meu pai me mata.
- Ah, sim. Claro que posso.
- Nossa, obrigado mesmo, você é minha salvação..
Ela sorriu do outro lado da linha e ele continuou:
- Que horário você tem livre?
- Qualquer horário, que dia é o exame?
- É dia 30, tudo bem se você vier aqui amanhã 15:30 pra gente estudar?
- Aqui… na… na sua casa???
- Aham – (ele passou o endereço)
- Ah, então ta combinado.
- Tchau, boa noite, obrigado outra vez.
- Imagina, Boa noite.
Ela desligou o celular primeiro. Seu coração estava disparado, ela estava tremendo, com um sorriso bobo na cara. Não estava acreditando. E é lógico que ela passou o resto da noite sem conseguir dormir, pensando nele.
No dia seguinte, Isabella acordou as 9:30. Foi tomar café, tomou banho. Se arrumou muito, muito mesmo, e mesmo assim se sentiu feia. Feia demais pra ele. Sentou no sofá e começou a chorar, chorar muito. Achava defeito em todo seu corpo. Não queria mais ir.
Era 15:20 e ela nem tinha saído de casa. Mas sentiu Deus falando: “Confie em você, você é linda”. Retocou a maquiagem e foi pegar o ônibus, afinal ele morava do outro lado da cidade.
Chegando lá, Isabella pensou “Deus, por favor, me ajuda”. Bateu na porta e ficou esperando. Ouviu uma voz maravilhosamente grossa dizendo “já vai”. Seu coração bateu mais forte. Ele abriu a porta: estava de bermuda, camisa xadrez, cabelo bagunçado e segurando sua cachorra no colo.
- Oooi – disse ele sorrindo – entra.
- Oi…
- Que bom que você veio, meus pais estão trabalhando então hoje a casa é nossa. – disse ele rindo
“Infelizmente ele só está falando em estudar” pensou ela
- Tudo bem se a gente estudar nessa mesa aqui?
- Claro, sem problema – disse ela sorrindo
- Quer beber alguma coisa? Suco… Refrigerante…?
 - Não, obrigada.
Eles se sentaram e abriram os livros. Ela estava tremendo e morrendo de medo de gaguejar. Mas lembrou no que Deus havia lhe falado; “Confie em você, você é linda”. Ela começou a explicar como sempre fazia com os outros alunos que pediam sua ajuda. Por incrível que pareça, Vitor começou a entender tudo. Ele ficou tão empolgado com isso que as vezes desviava o assunto da matéria, e eles conversavam sobre outra coisas e riam muito. Ela nunca se sentiu tão bem de estar perto de alguém. Ele nunca se sentiu tão bem de estar perto de alguém.
De repente o celular dele toca, era o Pietro e uns amigos dizendo que estavam passando ali de carro agora, pois eles haviam combinado de ir pra festa da Bruna Guelfi. Ele desligou o celular, se explicou e lhe pediu desculpas. A buzina tocou, e os dois saíram pela porta na mesmo hora, pois ela não ia ficar sozinha na casa do menino. Todos os amigos de Vitor viram eles juntos, e começaram a rir e zoar Isabella. Ela começou a chorar e saiu correndo.
Chegando em casa, ela começou a chorar muito, e tentou se matar. Acabou desmaiando e foi internada no hospital. No dia seguinte, ela acordou morrendo de dor de cabeça e mal conseguia deixar os olhos abertos. Era 22:30, Vitor se sentiu mal e acabou ligando pra ela:
- A- alô? – disse ela com voz cansada
- Oi… sobre ontem… me perdoa mesmo, eles são uns idiotas.
- Tudo bem. – disse ela com lágrima nos olhos
- Por que você ta com essa voz? Onde você esta?
- Olha, eu to no hospital e não estou me sentindo bem, preciso desligar.
- NO HOSPITAL? QUE? O QUE ACONTECEU?
E ela só conseguiu responder:
- É… é… é complicado. – desligou o telefone e adormeceu.
Vitor estava desesperado, ela foi um anjo que apareceu na vida dele, e agora estava mal. Ele se sentiu extremamente culpado. Pegou a lista telefônica e ligou pra todos os hospitais da cidade. Acabou descobrindo que ela estava internada no hospital Santa Casa. Dormiu, e no dia seguinte, 11 da manhã, ligou pra Isabella. Ela não atendeu. Então Vitor resolveu ir direto na Santa Casa, onde ela estava internada. Chegando lá, Vitor implorou pra vê-la, disse que era urgente, que ele precisava muito falar com ela. Insistiu tanto que a enfermeira acabou concordando. Ele bateu na porta e entrou.
- Ooi
- Não! – disse ela se escondendo nos lençóis
- O que foi, Isa? Tá tudo bem?
- Não quero que me veja assim, eu sou horrível!
- Você é linda.
Ela ficou em silêncio, ele chegou mais perto:
- O que aconteceu com você?
- Não era pra você estar aqui. Não era pra você saber disso. Eu.., eu… eu tentei me matar – disse ela chorando.
- O QUE? POR QUE? COMO ASSIM?
Ela virou o rosto.
- Isa, olha pra mim.
Ela olhou, ele pegou no rosto dela e olhou nos olhos dela, dizendo:
- Prometa. Me prometa que você nunca mais vai tentar se matar.
- Eu… eu prometo. – Ela foi ficando cansada e seus olhos começaram a pesar.
- Vou pedir pra Deus cuidar de você.
- Eu… eu ainda vou casar com você. – disse Isabella pensando em voz alta. Essas foram suas últimas palavras antes de pegar no sono.
Vitor ficou um tempo olhando ela dormir até que a enfermeira o chamou.
- Ela vai ficar bem? – perguntou ele.
- Olha, não sei, tudo depende de como ela vai reagir.
“Isa, fica forte” Ele sussurrou em seu ouvido deu um beijo em sua testa, depois saiu.
(…)
Já era dia 30. Isabella apagou por dois dias. Pegou seu celular e viu uma chamada perdida do Vitor. Um sorriso involuntário apareceu em seu rosto, e ela retornou a ligação:
Ele: - Alô?
- Ooi.
-Ooooi, que bom que ligou! Você está melhor?
- Um pouco… Me desculpe por não ter te ajudado mais em matemática, eu realmente… – Ele a interrompeu:
- É, Isa! Foi por isso que eu liguei! Eu passei! Conseguimos!
- Séeerio? – disse ela rindo – Nossa, parabéns!
- Parabéns a você, eu não teria conseguido sem você.
- Lógico que teria… Você é inteligente.
- Nossa, eu não entendo. Você é um anjo? Você chegou justamente quando eu mais precisava, você conseguiu me ajudar. Foi Deus que me mandou você, aquele bilhete foi tipo a melhor coisa que aconteceu no meu dia. E agora você está mal, eu to preocupado com você.
- Ah, que isso. – disse sorrindo – Eu vou ficar bem, não se preocupa.
- Espero que sim. Espero que você fique bem logo, a formatura é daqui 6 dias.
- Ah, sim. Eu vou tentar ir… Tenho que desligar, daqui a pouco meus avós vêm me visitar.
- Hun… tudo bem, fica com deus, ta? Um beijo
- Sempre… Beijo
(…)
Isabella já estava se recuperando. O médico teve uma conversa séria com Isa e seus pais. Disse que em 2 dias ela receberia alta, mas teria que começar a ir no psiquiatra.
Enfim, ela recebeu alta. Era dia 02 de dezembro, dali quatro dias seria a tão esperada formatura do 3º ano do ensino médio.
Isabella saiu com sua vizinha, sua única e melhor amiga. Chamava Gabriela, dirigia, e trabalhava em uma loja de sapato. A amiga, sabendo de todo o lance com o Vitor Hugo, resolveu fazer um grande favor a Isabella. Uma transformação: trocou aqueles óculos velhos por lentes novas, o que realçou seus olhos verdes. Levou-a no salão e mando cortar aquela “juba” de cabelo e alisar. Fez a unha e limpeza de pele. Foram no shopping e encontraram um vestido que caiu perfeitamente bem no corpo de Isabella.
(…)
- Eu não quero sair. – disse Isabella sem querer sair no carro e encarar aquela formatura cheia de gente que ela odiava.
- Vai amiga, você esta linda! – disse Gabriela, tentando incentivar a amiga.
- Eu to com medo.
- Vai logo, eu vou estar lá te vendo, torcendo por você! Não adianta ficar aí agora, vem!
Isabella concordou. Saiu do carro, e foi só ela colocar o pé no salão de formatura que todas as atenções foram para ela. Ninguém estava acreditando, Isabella Matos, a nerd magricela do cabelo zoado estava parecendo uma modelo.
- Por que tá todo mundo olhando pra você, Gabi? – disse Isabella
- Hun… acho que não é pra mim, não. – disse isso e foi saindo.
- O que? Gabi, onde você ta indo… Ga.. Gabi?
Isabella foi entrando pouco a pouco naquele salão cheio de gente, totalmente insegura. Olhou pro lado e viu algo que realmente não queria ver. Vitor Hugo estava abraçado com Bruna Guelfi. Ela saiu correndo pro banheiro. Vitor viu, e foi correndo atrás dela:
- Isa, isa!
Ela olhou. Ele:
- O que foi?
- Nada. Eu só… só… só pensei que você era diferente. Pensei que eu era importante pra você. Mas… mas você ta namorando – disse ela com os olhos lacrimejando.
- Não, eu ESTAVA namorando. Acabei de terminar. Isso foi antes de eu conhecer você. Você está linda.
Ela olhou pra baixo e sorriu. E ali eles deram seu primeiro beijo.
(…)
Passaram alguns dias, Vitor não conseguia tirar ela da cabeça, afinal, nenhuma outra menina tinha mexido tanto assim com ele. E depois daquela formatura, ninguém nunca mais zoou Isabella Matos, afinal, todos viram como ela era linda e só estava escondida esse tempo todo.
(…)
Vitor e Isabella começaram a namorar, tava tudo perfeito quando Vitor recebe um ligação de Isabella chorando:
- Alô ? – disse ela
- Oi, amor… o que foi?
- Tenho uma péssima, uma péssima notícia.
- Nossa, o que?
- Vou ter que me mudar… morar um tempo… no Canadá.
- QUE? ISA? COMO ASSIM? Me fala que é mentira, por favor.
- Eu queria que fosse. Amor, eu preciso…
- Mas por que? Estava tudo tão perfeito!
- Estava mesmo, bom demais pra ser verdade. Lembra que eu falei que ia ter que começar a ir no psiquiatra?
- Lembro…
- Então, meus pais só confiam na minha tia Dora, que mora lá no Canadá. Ela é psiquiatra faz tempo e concordou em me ajudar. Meus pais disseram que vai ser uma experiência boa pra mim, que eu deveria arranjar algum emprego por lá. Mas eu não quero ir… Eu… eu quero ficar com você.
- Calma, meu amor. Vai dar tudo certo, quem sabe não faz bem pra você?
(…)
Depois dessa conversa eles combinaram de se encontrar lá na casa do Vitor. Eles subiram no telhado, lugar que o Vitor costumava ficar quando queria pensar.
- Eu não sei se vou aguentar ficar sem você – disse ele
- Eu também não… – disse ela encostando sua cabeça no ombro dele.
- Quando é que você vai?
- Meu voo é amanhã.
- Nossa, queria ter mais tempo com você… eu odeio despedidas.
- Eu também, e pelo jeito, vamos ter que terminar… – disse ela quase chorando.
Ele a abraçou forte.
- Eu… eu não queria que fosse assim. Nunca mais vou te ver, meu anjo?
- Nunca é uma palavra muito forte.
(…)
Eles continuaram conversando por mais um tempo, riram, choraram e se despediram. O voo partiu as 6:40 da manhã no dia 02 de fevereiro.
 Chagando lá, sua tia a recebeu muito bem, e Isa achou Canadá um lindo país. Sua tia acabou conseguindo um estágio como contadora pra Isabella, que por sinal estava se dando bem, e conseguiria ajudar a pagar as contas. Mas Isa se sentia mal. Não estava conseguindo se encaixar, e não entendia quase nada do inglês britânico. Ela chorava toda noite que lembrava de Vitor, tudo que ela queria era ouvir a voz dele de novo. Ficava imaginando que ele estaria feliz com outra e isso era uma tortura pra ela. Ela orava toda noite pra ele não esquecer dela, e pra deus cuidar dele sempre.
(…)
As sessões de psiquiatria iniciaram e isso foi bom pra ela. Passaram-se cinco meses desde que ela havia chego no Canadá, e Isa percebia que estava cada vez mais se encaixando e se acostumando com o país. E mesmo sorrindo por aí, cada um sabia a falta que o outro fazia.
Isabella conheceu gente nova, e conseguiu fazer muitos amigos. Se destacou tanto no estágio que o chefe resolveu lhe dar um emprego fixo. Com um salário inicial de R$ 3,500.
Ela tinha tudo: uma tia que a amava, um emprego em que estava se dando incrivelmente bem, muito amigos… mas ela não tinha… ela não tinha ele. A única coisa que a fazia realmente feliz.
(…)
Passaram mais alguns meses e já estavam em Outubro, dia 20. O dia seguinte seria seu aniversário de 19 anos. E ela tinha tirado uma folga.
Isabella acordou muito feliz, recebeu ligação dos pais, parentes, da Gabi…menos… menos do Vitor Hugo. Ela, um pouco desapontada, foi até o Buffet onde seria comemorado seu aniversário. Todos seus amigos já estavam lá, e começou a tocar uma música agitada. Isabella tentou se distrair dançando e conversando com os amigos. De repende uma lágrima cai de seus olhos, e sua amiga pergunta:
- Isa, Isa, o que foi?
- Não, não é nada. Só estou… feliz – Escondeu a lágrima com um sorriso e continuou a dançar, mas só ela sabia o quanto estava mal.
Enfim chegou seu bolo. Era um bolo incrivelmente grante, muito grande mesmo, devia caber uma pessoa lá dentro. De repente começa a tocar uma música calma e todos ficam em silêncio. Isabella disse:
- Ué, gente, o que tá acontecendo?
De repente ela vira para o bolo e ele começa a desmoronar, uma pessoa sai de dentro gritando: “surpresa!”. Nessa hora, uma música agitada começa a tocar, todos começar a rir gritar de alegria, só a Isabella estava lá de boca aberta, chorando, sem acreditar no que estava vendo: Vitor Hugo, amor da sua vida, não tinha esquecido do seu aniversário mesmo a quilômetros de distância, tinha viajado pro Canadá, entrado num bolo só pra fazer uma surpresa pra ela.
Ele foi até ela, deu um abração nela, e ela só conseguia dizer:
- Vitor… amor… mas… mas como?
- Ué, você não disse que ia se casar comigo?
Ela sorriu, o beijou e abraçou muito, estava muito feliz, passaram o resto da noite dançando, e quer saber? Aquele foi o melhor dia da vida dela.

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Regrinhas Dos Coments :
1.Nao Pode Chingar !
2. Deeicha Seu Bloog eu faço uma visita e sigo =)
3. Deiche Sua Sugestao Aii ^^